Tradição e Religião 
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Religiosidade e a imigração 
 

       

      No início da imigração (1876), os poloneses da Colônia Dom Pedro II/Campo Largo/PR, para expressar a sua fé, buscavam apoio dos Padres do Núcleo de Curitiba e da Capela de Santo Antônio (1903), da Colônia Orleans (LIVRO TOMBO DA COLONIA ORLEANS, 1876 a 1885).

   Eram acostumados a uma intensa vida espiritual e religiosa que trouxeram consigo, originária da Polônia. Praticavam a religiosidade na igreja próxima, onde também se concentrava o centro da sua vida social, como nas aldeias da Polônia.

       Nos primórdios da imigração, nesta Colônia, não havia igreja, as famílias se deslocavam para a igreja da Colônia Orleans a pé ou de carroça, para professar sua fé, participar das Celebrações e Missas, rezadas ainda em latim. E na comunidade, as famílias se reuniam para rezas e novenas diante dos Cruzeiros que haviam construído na  Colônia Dom Pedro II e demais colônias.

          

       

      

     

 Cruzes  

      As Cruzes instaladas nas entradas das colônias, simbolizam a religiosidade dos poloneses, tradição religiosa originária da Polônia desde o século XVIII.  Essa tradição dos poloneses está representada em várias Colônias do Paraná, como nas Colônias de Dom Pedro II e no seu entorno na Colônia Figueiredo e Colônia Rodrigues.

       Na Colônia Dom Pedro II, a primeira Cruz foi construída por Wojciech Bilinoski e erguida pelos imigrantes poloneses no dia 24 de abril de 1901 à beira da estrada de Dom Pedro II, no terreno do Miguel Rendak. Teve a benção do Pe. Miguel Hupeh e Pe. João Mientus sob o comando de Gaspar Valenga (L.Tombo Dom Pedro II, 1876). 

     Nos anos seguintes foram instituídas as Cruzes nas  outras colônias. Diante dessas Cruzes as famílias mantinham a tradição das rezas de novenas e terços em comunidade, com os cantos em polonês. 

      A Cruz símbolo da imigração de 1901, foi furtada em 2012 do seu local de origem. Em função disso, a comunidade se uniu e foi feita uma réplica dessa Cruz, pelo Marceneiro e Designer, Wiliiam Moisés Ales (Colônia Rodrigues). A nova Cruz foi instalada nas imediações da Igreja na Paróquia Nossa Senhora da Anunciação, da Colônia Dom Pedro II, em 10/7/2014 no pátio ao lado do Museu: Centro Histórico e Cultural Polska no dia da Festa da Batata e Cultural Polonesa, com benção solene e placa inaugural. Foi Benzida pelo Pe. Stanislaw Slowik , pároco da época e pelo Pe. Mario Litewka.  

    Símbolos da religião 

 

      

     

 

   

 

 

 

 

   

     No cotidiano da família polonesa na Colônia Dom Pedro II, a manifestação da religião agrega inúmeros símbolos e sua fé se manifesta de várias formas, na família, na igreja e em comunidade, bem como em velórios de falecidos da família, com orações e canções religiosas polonesas (SIKORA, 2014).

    Na Colônia Dom Pedro II, o respeito designado aos locais e símbolos sagrados, como, a Igreja Católica e os seus objetos sacros, as cruzes nas estradas, é permeada pelos costumes e tradições polonesas. Assim na unidade familiar, religiosa, os laços de parentesco e étnicos, integram  a identidade cultural da comunidade (SIKORA, 2014).

 

 

Conteúdo extraído da pesquisa descrita na Dissertação de Mestrado. No uso de conteúdos, (citações em estudos e pesquisas),  favor referenciar os Autores, sob consulta.  Link para DissertaçãoCT_PPGTE_M_Sikora, Mafalda Ales_2014.pdf

 

As Fotos do Site: São de uso exclusivo desta pesquisadora. 

Referencia:

SIKORA, Mafalda Ales. As políticas de imigração no Brasil nos séculos XIX e XX e o desenvolvimento de territórios: Estudo de Caso da Colônia Dom Pedro II - (Campo Largo – Paraná) 2014. 210 f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) – Programa de Pós-Graduação em Tecnologia, Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2014.

Publicação e fotos de: Mafalda Ales Sikora
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1ª Cruz - 1901 - (Replica)
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      Cruzes nas Colônias  Polonesas

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